Você sabia? - Anêmonas-do-mar


As anêmonas-do-mar estão inseridas em um grande grupo zoológico, os cnidários. Estes anmais têm como parentes próximos as águas-vivas e os corais.

Comida de anêmona

Como você já sabe, as anêmonas não são plantas, mas animais predadores. Para elas, os pequenos carangueijos e peixes são refeições realmente apetitosas. Já foi divulgado o caso de uma anêmona grande que comeu um pequeno tubarão em um aquário! Mas nem todos os peixes caem facilmente nos tentáculos das anêmonas e viram comida.
Por exemplo, o peixe-palhaço pode conviver em grande harmonia com algumas anêmonas. Ele produz uma proteção ao redor do seu corpo contra as toxinas das anêmonas e passa várias horas em meio a seus tentáculos para se proteger de seus predadores, que não são bobos de se meter com as anêmonas.
As anêmonas podem, ainda, se alimentar de um jeito diferente. Algumas espécies abrigam nas células que existem em seus tentáculos um hóspede, chamado zooxantela. As zooxantelas são algas microscópicas que produzem um alimento muito energético, elas podem ser responsáveis pela coloração bela e radiante de muitas anêmonas!
Você deve estar se perguntando por que estes hóspedes ficam nos tentáculos das anêmonas... É que as anêmonas produzem substâncias úteis para as zooxantelas. Portanto, há uma troca conveniente para as duas espécies.

As anêmonas são capazes de mudar de lugar?

A movimentação da parte de baixo do corpo (o disco pedal) pode levar as anêmonas para onde elas quiserem. Assim, se o lugar onde ela está não é bom, a anêmona pode buscar outro melhor.
Claro que o movimento não é muito rápido. A velocidade com que as anêmonas andam varia muito. Algumas espécies são capazes de se soltar da rocha onde estão presas e deixar que as correntes marinhas as levem até um lugar mais adequado.
No Brasil, podem ser encontradas pelo menos 20 espécis de anêmonas. As mais conhecidas são as que vivem nos costões rochosos.

Mudando de forma

Se você tocar uma anêmonas, vai perceber que ela muda sua forma muito rápido e se encolhe. Isso acontece para proteção. Ao ser tocada, a anêmona libera a água presente dentro do seu corpo para que possa se contrair e ficar mais escondida, difícil de ser pega.
No ambiente natural, as anêmonas podem também apresentar condições adversas. Nesse caso, elas escondem ses tentáculos em resposra ao calor excessivo, muita iluminação ou falta de água, quando ficam fora dela.

Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças/ pág 4,5 e 6/ ano 22/ nº 199/ março de 2009

Você sabia? Utilidade das esponjas



• As esponjas do mar, são muito mais do que seres coloridos e bizarros que atiçam a nossa curiosidade. Elas são fonte de novas descobertas em diversas áreas da ciência, da farmacologia, às pequisas de células - tronco e ao desenvolvimento de novos materias. Subastâncias produzidas pelas esponjas podem levar a medicamentos e sua estrutura inspira, por exemplo, a produção de fibras óticas para telecomunicações.

• As esponjas podem contribuir para medir a poluição, pois elas filtram a água do mar, funcionando então como indicadores do impacto da poluição.

• As esponjas também contribuem para o estudo das células-tronco, devido a sua grande capacidade de regeneração ao longo da vida , dispõem um estoque considerável de células equivalentes às célula -tronco humanas, tornando-se importantes para a compreensão do mecanismo básico da diferenciação celular.

• Os poríferos surgiram na Terra a mais de 500 milhões de anos e vem sobrevivendo desde de então. Como não se movem , para evitar predadores elas dependem de armas biológicas naturais, essas substâncias são extremamente úteis na farmacologia.
O primeiro agente antiviral contra a herpes foi extraído de uma esponja. Estão em testes remédios contra o câncer, malária e antibióticos baseados nesses animais.

• Seu esqueleto de sílica inspirou novas estratégias de para desing de fibra otíca e semicondutores.

• Esponjas são os animais multicelulares mais simples
do mundo. Por serem tão antigas , puderam se diferenciar em pelo menos 10 mil espécies, com diferentes combinações de cor, forma, textura e tamanho, de pouco centímetros a alguns metros.

Fonte: http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=1926

Você sabia? - "Box Jellyfish" (água-viva)

Um dos mais mortais animais na face da Terra, também chamada de "Sea Wasp".

Essa água-viva, com corpo meio quadrado, habita o Norte e Nordeste da Austrália, e pode ser encontrada por toda a extensão da Barreira de Corais, ou seja: Por cerca de 2.000 Km.


A toxina presente nos tentáculos que chegam à muitos metros de comprimento, é tão forte, que os poucos sobreviventes de um encontro com uma "Box Jellyfish", descrevem a dor mais como um choque elétrico constante, do que uma queimadura. Após o contato, a pessoa provavelmente sairá do mar gritando, e irá desmaiar na areia com marcas no corpo, como se fossem chicotadas. Dependendo da extensão da área afetada, parada Cárdio-Respiratória, ocorre em menos de 3 minutos, sendo necessário a aplicação de respiração boca a boca e compressão torácica.


Aconselha-se não abandonar a vítima para buscar socorro, e sim conseguir de alguma forma, que outros o façam.


A "Box Jellyfish" é responsável na Austrália por mais mortes que Tubarões, Crocodilos e Cobras. Não existem antídotos conhecidos, porém a aplicação de vinagre na área atingida reduz um pouco a dor, até que uma ambulância chegue ao local. Atenção médica para salvar a vítima é indispensável.


Dica: Jamais tente sem estar usando luvas de borracha, retirar os tentáculos enrolados em uma pessoa, pois serão 2 candidatos à ir pro céu. Igualmente, ao tentar ressuscitar a vítima, tome muito cuidado para seu corpo não entrar em contacto com as áreas afetadas ou partes da "Box Jellyfish".


Atuando sobre o sistema nervoso, pode provocar na vítima, no espaço de minutos, uma transpiração abrundante, cegueira, falta de ar e morte. Algum biólogos classificaram o veneno deste como o mais potente de todos. Nos últimos 25 anos, 60 pessoas morreram enquanto tomavam banho nas praias de Queenslândia, na Austrália, por terem tocado nestas medusas.

Fonte: http://www.curiosidadeanimal.com/peixes_marinhos_box.shtml

Você Sabia? - Esponjas Caçadoras


Devido ao layout do blog, a imagem teve que ser redimensionada, clique em Exibir Imagem para vê-la em tamanho completo.

Fonte: Biologia, J. Laurence, Nova Geração, 1ª edição, p. 367


Você sabia? - Poríferos


Eles são animais necessariamente aquáticos, popularmente chamados de esponjas. Podem viver na água doce, mas a maioria está no mar fixa sobre pedras, conchas, ou pilares de pontes. Possuem tamanhos variando desde alguns milímetros até mais de 20 centímetros. Sua cor diversifica-se bastante: vermelho, verde, laranja, amarelo ou marrom. A importância das esponjas é bastante reduzida em relação a outros filos. O seu esqueleto pode ser usado para o banho já que são muito macias e absorventes. Antigamente pessoas que sofriam de problemas de tiróide utilizam os poríferos já que são ricos em iodo, que é indispensável para a produção de tiroxina pela tiróide.

Fonte: http://www.colegioweb.com.br/animais/o-que-sao-poriferos

Você sabia? - Recifes


• Á primeira vista , os recifes de coral podem parecer pedras, com plantas presas à sua superfície, que servem de abrigo para um monte de bichos do mar. Mas na verdade, os recifes de coral são formados por animais. Assim como as águas vivas e anêmonas, o que nós costumanos chamar de coral é um tipo de animal marinho conhecido como cnidário.
Os recifes de coral , como o próprio nome indica, são grandes colônias formadas pelos animais marinhos conhecidos como corais. Nem todo coral, porém , é capaz de formar recifes: somente o que apresentam algas microscópicas chamadas zooxantelas, que têm um papel fundamental na sua sobrevivência.

• Os recifes de coral se desenvolvem exclusivamente nas áreas do oceano que estão entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio, onde a temperatura é de 20 a 28 graus.


• Muitos corais são carnívoros, o que eles conseguem capturar para comer não é suficiente para garantir a sua sobrevivência. Então, muitos tipos de corais dependem de uma interação com as zooxantelas, as algas microscópicas que vivem junto com eles. Essas microalgas retiram o gás carbônico de água e produzem alimento para os corais por meio da fotossíntese. Uma parceria perfeita que só pode acontecer com eficiência se o recife de coral se formar em águas claras e rasas, garantindo, assim, às microalgas o acesso à luz, um requisito fundamental para que ocorra a fotossíntese.

• Mas por que os recifes de coral , apesar de serem formados por animais, parecem tanto com pedras? Isso ocorre porque, ao longo da sua vida, cada indivíduo do coral capta compostos presentes na água - como gás carbônico e cálcio - e libera uma subastância chamada carbonato de cálcio, que vai dando origem a uma estrutura semelhante à de uma rocha. Essa estrutura forma o que poderíamos chamar de esqueleto do coral, por dar sustentação a ele. Quando o coral morre, essa estrutura permanece no local. Sobre ela, crescem novos corais, que produzem mais carbonato de cálcio, aumentando , assim , gradativamente, o tamanho dos recifes.

• Os corais vivos têm perdido a sua cor. Isso acontece porque as microalgas conhecidas como zooxantelas ou pigmentos necessários para que elas realizem a fotossíntese têm sido expulso dos corais. Sem as zooxantelas, os corais não conseguem permancer vivos durante muito tempo. Afinal, como vimos, são essas microalgas que , por meio da fotossíntese produzem grande parte do alimento que garante a sobrevivência do coral. Ainda não se sabe muito bem por que tem ocorrido a expulsão das zooxantelas e do seus pigmentos, mas parece que o aumento prolongado da temperatura das águas dos oceanos está envolvido.

• Os recifes de coral estão na base da alimentação de diferentes espécies marinhas, sendo que ali vivem muitos peixes que nos servem de alimento.Eles também protegem as praias da ação das ondas, contêm substâncias que podem ser utilizadas como remédios e para completar, a sua beleza natural representa um importante atrativo para o turismo, que pode gerar emprego e renda para os habitantes de muitas cidades costeiras.

Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças /pág 9,10,11/ ano 21 / nº 197 /dezembro de 2008

Você sabia? - O maior verme que existe



É um bicho conhecido pelo nome científico de Lineus longissimus, que atinge até 30 metros de comprimento! Parecido com uma grande minhoca flácida, ele costuma ser visto enrolado debaixo de rochas no litoral da Grã-Bretanha, da Islândia e de outros países do norte da Europa. Apesar de ser um superverme, o Lineus não é um parasita e, portanto, não faz nenhum mal ao homem. "O termo verme não se aplica apenas a animais que parasitam outros", afirma Fernando Portella Marques, professor do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da USP. Meio impreciso, o termo é usado para identificar todos os animais alongados de corpo mole - por isso, até as minhocas podem ser classificadas como vermes.

Nojeira em metros

Parasita da carne de peixes atinge 13 metros e pode nos infectar

1º Lineus longissimus

TAMANHO - 30 metros
INFECTA O HOMEM? - Não. O Lineus não é um verme parasita.

Com um corpo flexível e elástico, este "campeão" tem entre 10 e 40 olhos dispostos em duas filas, uma de cada lado da cabeça. Quando atacado, o Lineus tem a capacidade de se fragmentar e, depois, se regenerar.




2º Diphyllo-Bothrium latum

TAMANHO - 13 metros.
INFECTA O HOMEM? - Sim. Este parasita pode entrar no organismo humano por meio de peixes de água doce - infectados pelo verme - consumidos crus ou malpassados.

Esta estranha criatura é um tipo de tênia, um verme que parasita o intestino humano. Ele contamina peixes de água doce em todo o mundo, especialmente em lagos de água fria.






3º Taeniorhyncus saginata



TAMANHO - 10 metros.
INFECTA O HOMEM? - Sim. Carne de vaca contaminada é a origem da infecção nos homens.

Com corpo delgado e achatado, na forma de uma fita, esta tênia é um parasita bem comum: estima-se que entre 40 milhões e 60 milhões de pessoas estejam infectadas por ela no planeta.



4º Taenia solium

TAMANHO - 7 metros.
INFECTA O HOMEM? - Sim. O bicho usa como hospedeiro intermediário o porco. O risco é comer a carne do animal crua ou malcozida.

Sua cabeça possui quatro ventosas e uma dupla coroa de ganchos, que são usadas para fixação no intestino do hospedeiro. A pessoa que tem o verme elimina milhares de ovos dele nas fezes.

Você sabia? - Cisticercose


A cisticercose é uma doença causada pela ingestão de ovos da Taenia solium. Neste caso,ocorre no corpo humano aquilo que acontece no porco. Os embriões penetram na corrente sanguinea e podem se alojar em orgãos diversos, como nos pulmãos e o cérebro, onde formam os cisticercos. As larvas no cérebro podem provocar dores de cabeça, convulsões, alterações visuais e até a morte.
Alguns remédios são utilizados na tentativa de destruir os cisticeros, mas muitas vezes é feita uma cirurgia para extraí-los.

Fonte: http://www.portalbrasil.net/educacao_seresvivos_invertebrados_platelmintos.htm

Pequenos, mas quase onipresentes

O monstro aí em cima não mede mais que 1,5 milímetro. Ele representa uma entre milhões de espécies de nematóides, o maior grupo de animais da Terra. Sabe-se muito pouco sobre esses bichos, o que não é nada bom. Só para você ter uma idéia, das 30 000 espécies já estudadas, 20 000 são parasitas: moram dentro de animais e plantas, vivendo à custa do organismo alheio. E são muitos. Um quarto da população mundial sofre de doenças causadas pelos nematóides, como ascaridíase (lombriga), elefantíase e amarelão. “É difícil achar o melhor tratamento”, disse à SUPER o bioquímico Carlos Eduardo Winter, da Universidade de São Paulo. É que os parasitas morrem assim que são retirados do hospedeiro. A saída é achar os nematóides que não são parasitas, mas são parecidos com os invasores. Um novo estudo do biólogo Mark Blaxter, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, mostra que muitos bichos que já foram parasitas, no passado, deixaram de invadir o corpo alheio. O oposto também aconteceu. “Conhecendo esse parentesco, vai ficar mais fácil tratar as moléstias”, disse Blaxter à SUPER.

Verme do bem

O Acrobeles complexus é um dos 10 000 nematóides independentes. Ou seja, ele não mora dentro de outros organismos. É minúsculo, nada no mar e come bactérias. Mas há 20 000 nematóides parasitas, que fixam residência no corpo alheio. Estes causam doenças e prejuízos.

À boca pequena

Vários “lábios” na forma de tentátulos capturam os alimentos na água. A boca é um buraco escondido no fundo do tubo.

Radar químico

Para achar alimentos, o animal usa um detector que identifica substâncias químicas no ambiente. Existe outro “nariz” igual a este do outro lado do animal.

Casca dura

A pele que recobre o corpo cilíndrico dos nematóides é feita de colágeno, proteína que cria uma membrana sem elasticidade. Para crescer, só trocando de pele, feito cobra.

Fonte: http://super.abril.com.br/mundo-animal/pequenos-quase-onipresentes-437518.shtml

Você Sabia? - Anelídeos e sua aplicação no solo


Os cientistas descobriram que as minhocas podem ser usadas para medir os níveis de poluição do solo. Como esses anelídeos se alimentam de grande quantidade de terra com restos de vegetais, alguns poluentes, como certos inseticidas, podem fica retidos em seu organismo.

Retirando um pouco do líquido corpóreo das minhocas, os cientistas conseguem estimar a quantidade de certas substâncias tóxicas no solo. Acrescentam ao líquido certos corantes que reagem rapidamente com essas substâncias, em caso positivo de poluição.

Fonte: http://www.portalbrasil.net/educacao_seresvivos_invertebados_platelmintos.htm